Uma série: The Handmaid’s Tale

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Baseada no romance de Margaret Atwood, a série The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia, em tradução livre), tem se tornado uma forma de expressão para diversas criticas que nós (principalmente brasileiras) temos nos deparado no dia a dia. O Capuz Branco e as vestes vermelhas já estiveram em cenário de diversas fotos, onde a intenção era a mostrar à sociedade em que vivemos que mesmo vindo de uma ficção, as coisas podem sim dar muito errado.

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Mas você que não assistiu a série fica um pouco perdido, se perguntando: Que ‘raios’ esse povo ta fazendo com essas roupas vermelhas e esse abajur na cabeça? Então para isso, hoje vamos falar da série que tem feito uma legião de fãs e mostrado como funciona a ficção especulativa.

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A série tem como personagem principal e narradora “Offred” (que descobri hoje, ser a junção de “Of Fred”) uma das mulheres ainda férteis no mundo, após a maior parte da população se tornar estéril por conta das toxinas do meio ambiente. Essas mulheres férteis são submetidas a rituais sexuais para seus comandantes que são homens de classe alta, que as tem como criadas (escravas sexuais), numa tentativa desesperada de trazer crianças ao mundo devastado. Numa sociedade teocrática, onde uma única palavra pode ser o seu fim, Offred busca forças para continuar sua caminhada e de alguma forma encontrar a filha que foi “sequestrada” pelo governo.

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PONTO DE VISTA

A série foi um tanto impressionante. Desde o primeiro momento fiquei vidrada na história  e me encantei pelos caminhos que a história foi tomando. Inicialmente achei que fosse algo premeditado e clichê, porem quando você começa a desvendar a história e entender melhor o que realmente aconteceu com os personagens desde o passado e tudo que levou ao que eles se tornaram, você se afeiçoa a eles, e vê que as coisas realmente podem acontecer (risos). Se tratando de uma ficção especulativa, The Handmaid’s Tale é uma ótima opção para quem procura apenas um passa tempo, mais uma série para a lista (mesmo que alguns episódios tenham momentos bem apagados e até, sonolentos) quanto para quem busca conhecer e se aprofundar nessa distopia.

Em resumo, vale muito a pena assistir a série pois ela certamente vai despertar um “Q” interrogativo em sua mente.

Beijos!

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